Demorei, mas aqui estão algumas das fotos que tiramos no Maquinário Cultural – Edição 1 – Pregando Arte. Foi a festa realizada pelos alunos mostrando os resultados das aulas neste primeiro semestre.
A primeira foto é do grupo contemporâneo Saída de Emergência, alunos da Mazé. A segunda foto é o grupo FreeStyle DS, do professor Rodrigo Santos, mais conhecido como RodStyle. Em seguida, a banda formada por alunos de música, que improvisaram um som, unindo seus talentos. Para finalizar, a galera atenta a tudo que estava rolando.
Espaço lotado. Todo mundo conferindo as apresentações de todo mundo. Gente feliz!
O querido Sérgio Vaz encaminhou esse vídeo para mim e pensei, claro, na hora que vi, colocar no nosso site, afinal, ele é parceiro e companheiro nessa missão linda de transformar a periferia com muita arte, cultura e humanidade.
Tenho lido muitos textos do Sérgio Vaz e alguns tenho até encaminhado à minha rede de amigos, parceiros e jornalistas. São palavras corajosas que chamam à reflexão a pessoa mais alienada do mundo.
Tive o prazer de entrevistá-lo para uma reportagem para a Revista Conexões Urbanas e conhecer um pouco de suas idéias. É um guerreiro. Um grande líder. Um poeta, como é mais conhecido.
Resolvi escrever um pequeno depoimento sobre as aulas de pintura que foram aplicadas. Trabalhei neste semestre de uma forma para que os alunos libertassem seu lado intuitivo e criativo, desenvolvendo um trabalho livre e ousado. Abordei, de forma direcionada, os conceitos e as técnicas necessárias para o aprendizado, o desenvolvimento e o aperfeiçoamento de cada aluno, fazendo com que descobrissem os segredos das tintas, das formas, a magia das cores, da luz, das sombras, maravilhando-se, divertindo-se, brincando com o desconhecido, arriscando ser ousado, trabalhando muito, esforçando-se e alegrando-se, fazendo assim, despertar o interesse artístico em cada um.
Casa cheia!
Não tem nada que nos deixe mais felizes que ver muita gente curtindo o que estamos propondo. A Banda Núcleo esteve em nosso espaço no último sábado 28 e simplesmente arrebentaram!
Aprovado no final de 2007, pela Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, o Projeto A(s)cender da Fábrica de Criatividade – espaço cultural dedicado à democratização da arte e da cultura no Capão Redondo – entrou em ação no início de 2008, abrindo 400 vagas gratuitas, em 29 cursos nas áreas de música, teatro, dança, criação e artes visuais, para a comunidade do Capão Redondo. Sem qualquer restrição de idade, sexo ou raça, a proposta de democratização cultural deu muito certo e apresenta os primeiros resultados numa grande festa elaborada pelos próprios alunos. “Maquinário Cultural – Edição 1 – Pregando Arte” acontece neste sábado 5, às 19h, com entrada franca. O objetivo é apresentar os resultados, comemorá-los e convidar mais pessoas a integrar o time que tem mudado o conceito de ONG em São Paulo.
No “Maquinário Cultural – Edição 1 – Pregando Arte”, haverá vários espaços destinados às apresentações como: Espaço Hip Hop, dedicado às praticas de Grafite, Break, MC e DJ; Espaço Equação I, repertório musical ligado aos ritmos de dança de salão, onde os alunos de teatro realizarão intervenções pontuais; Espaço Equação II, destinado a integração das oficinas: Guitarra, Baixo, Bateria, Canto e Dança Contemporânea; Espaço Expo Musicarte, exposição de Artes Visuais e intervenções dos alunos de Teclado, Piano, Sax, Metais e Canto; Espaço Lúdico, destinado a atividades lúdicas voltadas para os alunos de teatro infantil, musicalização e robótica.
A Banda Núcleo se apresenta neste sábado no auditório da Fábrica de Criatividade lançando o álbum “Na Contra Mão”, que traz 12 faixas com intrigantes novidades.
O Núcleo é formado pelos MC’s Rato e Gerson, na guitarra Rogério Vieira, o baixista Fininho e o baterista Gustavo Reis. Com participações de MC Flora Matos, Wilson Simoninha, Lakers (Código Fatal), Rodrigo Lampião (Julgados Culpados), Ju Carvalho e Tatá Muniz (Julia Car), Marcos Thodoro, Marcelo Beba, Emiliano 7 Cordas, Raul Barroso, Órion, Alan Arcanjo, o disco apresenta esses músicos e seu interesse pelo Hip Hop.
Abordando temas atuais, as letras e rimas expressam as dificuldades do cotidiano. Em uma fase muito próspera, a banda tem shows agendados em vários espaços e conta com o público bastante fiel.
Serviço:
Sábado, 28 de Junho de 2008.
Às 20h.
Entrada Franca.
Censura Livre.
Se você sabe tocar algum instrumento, traga-o e venha improvisar e brincar! Será um bom momento para interagir com pessoas que tem os mesmos interesses, além de poder tocar, mostrar seu conhecimento, sua arte.
Esta é a Banda Bazar Pamplona que animou muito nosso último sábado. Não teve uma pessoa que não se empolgou com a criatividade, a inovação e o som, óbvio, muito bacana dos meninos!
Quanta música legal!
Indico o link da TramaVirtual para acessar. Algumas músicas estão lá para ouvir bastante!
Denilson Shikako apresentando o número dos TucBoys.
Marcelo D2 abrindo o deslife de Tufi Duek.
Marcelo D2.
Capital Inicial.
NX Zero.
Na última quarta-feira, 11 de Junho, os TucBoys – grupo de percussão corporal da Fábrica de Criatividade – participou do “Dream Fashion Tour”, mega evento que mixa desfiles de moda, shows e rodadas de entrevista com ícones do mundo fashion. A edição paulista aconteceu no Via Funchal e foi comandada pela modelo Adriana Grott.
O primeiro show da noite foi da banda NX Zero. Em seguida, Capital Inicial agitou a platéia com músicas clássicas como O Passageiro, Natasha e O Mundo. No bate-papo, nomes consagrados deram dicas de moda como o beauty stylist Carlos Carrasco, o estilista Valdemar Iódice, o fotógrafo André Schiliró, o cabeleireiro Wanderley Nunes e a diretora de desfiles Roberta Marzolla.
Os TucBoys abriram o show mais esperado da noite, do rapper Marcelo D2, que comandou ao vivo a trilha sonora do desfile de lingeries de Tufi Duek.
A abertura da exposição “Delineamento Urbano” do artista plástico Márcio Moreno foi um sucesso! Eu sei que corro o risco de ter escrito uma frase vazia, mas não tenho outra forma de dizer que realmente foi agradabilíssimo o bate-papo com o artista e a experiência coletiva de desenhar.
Moreno contou sobre a concepção da obras, de maneira simples e com uma linguagem bastante acessível – muito peculiar dele, por sinal - e descreveu as experiências do dia-a-dia desde que o convite para a exposição foi feito pela Maria Fernanda Carmo (Mafê), nossa coordenadora de produção cultural.
Um dos detalhes que mais me chamou a atenção foi a diversidade de pessoas que formaram a platéia. Crianças, homens e mulheres de diversas idades e estilos. Muito interessante ver que certos temas não são somente para seu público mais direto. Alcançou diretamente nosso alvo!